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Em assembleia da Amvat, RGE apresenta planos para o Vale

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Em assembleia geral da Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat), realizada na última sexta-feira (26.04), a RGE Sul apresentou aos prefeitos o Plano de Ação para a região. A participação da concessionária foi definida em fevereiro, quando houve reunião no Procon/RS, em Porto Alegre. Naquela oportunidade, além de receber um prazo de dez dias para encaminhar esclarecimentos ao órgão, sobre as medidas adotadas para sanar os problemas que vinham ocorrendo no Vale – como a demora no restabelecimento de energia – a RGE deveria apresentar um Plano em 60 dias.

O gerente de relacionamento da concessionária, Edson Severo Braz, relatou aos prefeitos os trabalhos realizados nos últimos dois meses, como a poda em 516 quilômetros da rede elétrica. A vegetação na rede, segundo ele, é a maior causa dos desligamentos. Braz informou também que foram substituídos 334 postes, realizadas doze obras em redes secundárias e instalados três novos reguladores de tensão, além da realização de manutenção em mais de 400 quilômetros de redes.

Entre as ações previstas para 2019, conforme o gerente, está a conclusão de obras de interligação que somam 31 quilômetros de redes novas ou ampliadas, beneficiando sete mil unidades consumidoras, com investimentos na ordem de R$ 4 milhões em 2018 e 2019.As obras atenderão os municípios de Putinga, Anta Gorda, Ilópolis, Dois Lajeados e Vespasiano Corrêa. Também está prevista a instalação de 43 religadores para a região, com investimento estimado em R$ 1,7 milhão. “Vamos manter o compromisso com a qualidade do trabalho, pois nossa preocupação é manter as redes ligadas, com qualidade”, garantiu Braz.

Os prefeitos ficaram satisfeitos com a apresentação. Lairton Hauschild, de Cruzeiro do Sul; Marcos Martini, de Nova Bréscia, e Celso Kaplan, de Imigrante, reconheceram o trabalho realizado pela concessionária nos últimos dias. Mesmo assim, alertaram que é preciso seguir com investimentos e buscar a qualidade do serviço, evitando situações que já ocorreram, como a perda de produção por criadores de frango devido à demora no restabelecimento da energia. Martini, de Nova Bréscia, se referiu também à telefonia e internet, cuja qualidade não é boa e é cada vez mais imprescindível no interior.

 

Texto e fotos: Paulo Ricardo Schneider
Assessoria de Imprensa