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Lixo gerado pela enchente começa a ser levado para aterro sanitário

Vice-prefeito, Amarildo Baldasso; e prefeito, Mateus Giovanoni Trojan, acompanham a remoção dos rejeitos

Iniciou na tarde de ontem, dia 12, o recolhimento dos rejeitos gerados pela enchente do dia 08 de julho do ano passado. O material está sendo deslocado por um caminhão caçamba – sob responsabilidade de empresa especializada – para um aterro sanitário, no município de Capela de Santana. A iniciativa atende às normas e exigências ambientais vigentes.

Para a remoção dos rejeitos, no fim de agosto de 2020, o Município conquistou o recurso de pouco mais de R$ 248 mil, direcionados pela Secretaria Nacional de Proteção à Defesa Civil, órgão vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Regional. Para contratação de empresa responsável pelo transporte, foi preciso realizar processo licitatório, assim como vencer uma série de trâmites burocráticos. A Administração Municipal estima 700 m³ de lixo, em sua maioria móveis e utensílios domésticos, destruídos pela cheia.

Segundo a Defesa Civil de Muçum, a enchente histórica atingiu em torno de 600 casas. Totalizando 2 mil pessoas. Algumas casas foram levadas pelas águas, bem como mobiliários e utensílios familiares.

 

Assessoria de Imprensa de Muçum