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Parada alerta para violência contra a mulher

“Agosto Lilás” é uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar. CRAS realiza diversas ações

 “Agosto Lilás” é uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Segundo a coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Cândida Müller, o objetivo é intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher, divulgar os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os mecanismos de denúncia existentes.

Durante todo mês, a equipe fez diversas ações no município. Entre elas estava a Parada Lilás, em frente à Praça Júlio Redecker. Com apoio da Brigada Militar realizou a entrega de folders informativos, além de dar explicações do que é o Agosto Lilás, as formas de violência, como denunciar os agressores e os contatos para fazer isso de forma segura.

“É preciso estar atento porque há vários tipos de violações contra as mulheres. Na maioria das vezes a violência acontece de forma silenciosa. A sociedade precisa estar em alerta e a qualquer sinal deste crime é preciso que seja denunciado.”

Formas de violência

 Violência física: É a agressão à integridade física ou à saúde corporal, que pode ou não deixar marcas. Exemplos: empurrões, tapas, socos, arremesso de objetos, sacudidas, beliscões.

Violência moral: Qualquer ofensa contra a honra. Exemplo: injúria, calúnia, difamação.

Violência patrimonial: Retenção, subtração, destruição parcial ou total de posses: dinheiro, objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens… Exemplo: furto, extorsão, dano, privação do acesso a recursos econômicos, destruição de documentos, recusa em pagar pensão alimentícia.

Violência psicológica: Qualquer conduta que cause danos emocionais, prejudique a autoestima, vise controlar ações, crenças, comportamentos e decisões. Exemplos: humilhação, ameaças, manipulação, isolamento, insultos, chantagem, vigilância constante, divulgação de imagens íntimas.

Violência sexual: Constrangimento com o propósito de limitar a autodeterminação sexual e reprodutiva da vítima. Exemplos: obrigar a se envolver em atos sexuais que causam desconforto ou repulsa; impedir o uso de métodos contraceptivos; forçar a abortar; forçar matrimônio, gravidez ou prostituição por meio de coação, chantagem, suborno ou manipulação.

Denuncie!

190 – Brigada Militar;

197 – Polícia Civil;

180 – Disque Direito Humanos;

(51) 3714-3309 – Delegacia de Polícia Especializada de Atendimento à Mulher de Lajeado;

(51) 9.8444-0606 – WhatsApp da Polícia Civil;

(51) 3982-1460 ou (51) 98048-3256 – Centro de Referência ao Atendimento à Mulher de Lajeado;

(51) 3714-2729 ou (51) 9.9971-8876 – Promotoria de Justiça de Lajeado ou mplajeado@mprs.mp.br.

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