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Projeto Dançando Nossas Origens chega a Doutor Ricardo

Invernadas subiram ao palco da 31º Semana Farroupilha de Muçum (Fotos: Divulgação)

A Terra do Filó é um dos municípios contemplados com o projeto Dançando Nossas Origens. A apresentação, que acontece neste domingo (30), a partir das 14h30min, no ginásio municipal, no Centro, faz parte das atrações em comemoração a Semana Farroupilha.

As invernadas do CTG Giuseppe Garibaldi sobem ao palco com o objetivo de divulgar as danças tradicionalistas gaúchas, apresentar o trabalho desenvolvido pela entidade em diversos eventos no Estado e a diferentes públicos e estimular crianças, adolescentes e adultos a continuar mostrando a história e a cultura gaúcha através desta arte.

Além disso, conforme o Patrão do CTG, Francis Calvi, é uma forma de promover e valorizar estes artistas. “Não viemos apenas de rodeio. Esta é uma oportunidade de alegrar e encantar o público com uma das mais antigas danças populares brasileiras, mas também de dar espaço e visibilidade aos integrantes que se dedicam incansavelmente, é uma paixão pela arte e o tradicionalismo”, destaca.

Invernadas foram atração em Muçum e Roca Sales 

Roca Sales recebeu a atração no dia 19

Cor, música, alegria e muita dança marcaram as apresentações das invernadas Pré-Mirim, Mirim e Juvenil do CTG Giuseppe Garibaldi que encantou o excelente público presente na 31º Semana Farroupilha de Muçum, que aconteceu no dia 17, e na Semana Farroupilha de Roca Sales, no dia 19.

Segundo Jonas Calvi, integrante do CTG, o projeto cultural Dançando Nossas Origens está atingindo as expectativas do grupo. “Podemos perceber no público presente, em número bem satisfatório, que eles não conheciam a origens das nossas danças. Todos acham as danças bonitas, mas não sabem por que dançamos. A maioria dos presentes, não tem conhecimento da origem, por exemplo, do Maçanico, que é uma das nossas danças tradicionais mais animadas. Como foi criado e porque dançamos o Tatu de Castanholas. Que a dança do Balaio origina-se do aspecto de cesto que as moças dão as suas saias, quando o cantador diz: “moça que não tem balaio, bota a costura no chão”. Com isso, estamos demonstrando para o público, que muito além de dançar nossas danças tradicionais, estamos contando sua origem e sua história. Ainda, estamos fortalecendo nossa cultura a agregando a cada apresentação mais conhecimento para nossos jovens, que algum dia, poderão fazer parte de um CTG”, enaltece.

As apresentações fazem parte do projeto cultural Dançando Nossas Origens e conta com o patrocínio de Baldo SA. A realização é do Ministério da Cultura, Governo Federal.

Texto: Ascom Projeto Cultural