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Sicredi Integração RS/MG passa a oferecer crédito imobiliário

Nova linha de financiamento foi apresentada a construtores, corretores e profissionais de imobiliárias da área de atuação da regional

Na noite desta quarta-feira (24), a Sicredi Integração RS/MG anunciou mais uma significativa novidade em prol de seu quadro social e da comunidade local. Em evento realizado no centro administrativo e diante de uma plateia composta por construtores, corretores e profissionais de imobiliárias da área de atuação da regional, a cooperativa fez o lançamento oficial do crédito imobiliário, a nova linha de financiamento que oferecerá aos associados recursos para a aquisição da desejada casa própria. Os convidados, reconhecidos como interlocutores no processo de aquisição dos imóveis, foram apresentados, em primeira mão, aos detalhes do novo crédito e aos mecanismos de funcionamento do produto. “Buscamos atender às necessidades e os anseios de todos. Nos consideramos simples, humanos, ativos e presentes, e esse é o nosso grande diferencial. Nosso propósito é ajudar a realizar sonhos”, explicou o gerente regional de Desenvolvimento, Fabricio Diedrich.

Em uma explanação inicial, o assessor de negócios Diogo Baum esclareceu que o Sicredi, juntamente com associados, colaboradores e conselheiros, vem se preparando há muito tempo para dar início ao crédito imobiliário e depois de quatro anos de estudos e testes, hoje o sistema e a equipe estão prontos e seguros para isso. De acordo com ele, a política comercial da cooperativa é sustentada pela proximidade com as pessoas e pela preocupação em ser parceiro nos negócios e na vida: “A gente acredita que a relação simples é mais próspera, efetiva e muito mais construtiva”.

A partir disso, Diedrich afirmou que a Sicredi Integração RS/MG disponibilizará três linhas de crédito para o ramo imobiliário: a Pró-Cotista, que utiliza recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); o SFH Poupança, com valores oriundos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE); e a Taxa de Mercado, com recursos provenientes da tesouraria. Nas duas primeiras o limite máximo de valor financiado será de R$ 1,5 milhão, enquanto na terceira opção não há restrições; sendo possível em ambas custear até 90% do valor no sistema de amortização decrescente (SAC) e até 80% no Price, no qual as parcelas são fixas. Com prazo de pagamento de até 360 meses, as linhas Pró-Cotista e SFH têm encargos anuais de 8,98% mais taxa referencial (TR); e a Taxa de Mercado, 11,5% mais TR.

Diedrich ressaltou que o crédito imobiliário da Sicredi por enquanto contempla somente imóveis residenciais, já concluídos e com habite-se, localizados em área urbana, novos ou com até 40 anos de uso. Entre os diferencias do produto, ele destacou a análise de crédito local, o suporte especializado em cada agência da regional e a avaliação personalizada. “Tudo isso para fazer com que as coisas aconteçam com mais agilidade e não travem por algum documento ou alguma questão de prazo”.

Cenário econômico

Com o objetivo de orientar os convidados para as melhores decisões na administração dos recursos empresariais e pessoais, o economista-chefe do Banco Sicredi, Pedro Lutz Ramos, palestrou sobre o cenário econômico do Brasil e as perspectivas para os próximos meses. Fazendo uma contextualização das políticas adotadas nos últimos anos, ele afirmou que apesar de não se ter uma resposta clara, com crescimento ainda moderado e sensação de que nada mudou, o momento atual é positivo e a atividade econômica passa por um novo estágio, no qual o Brasil aparenta estar com uma agenda correta e dá continuidade ao trabalho iniciado em 2016.

“Isso deve ser uma semente que vai ajustar a economia brasileira e fazer a gente entrar no ciclo de crescimento”, garantiu. Ramos também abordou a importância das reformas previdenciária, tributária e administrativa; e explicou o funcionamento das contas públicas, os desafios estruturais do país e o comportamento dos indicadores nacionais, além de esclarecer os impactos internos das políticas econômicas internacionais. Conforme o economista, a partir deste segundo semestre e principalmente em 2020, o que veremos são taxas de juros mais baixas, inflação estabilizada e um aumento na confiança de empresários e consumidores, o que certamente levará a uma aceleração mais intensa e perceptível da economia.

 

Crédito: Clarissa Jaeger
Assessoria de Imprensa Sicredi Integração RS/MG