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Unimed VTRP promove palestra sobre os riscos das mudanças comportamentais nos adolescentes

Palestra ocorre no Auditório da Sede da Unimed VTRP, no Bairro São Cristóvão, em Lajeado (Foto:  Divulgação/Unimed VTRP)
Palestra ocorre no Auditório da Sede da Unimed VTRP, no Bairro São Cristóvão, em Lajeado (Foto: Divulgação/Unimed VTRP)

Nos últimos dias, duas situações graves envolvendo adolescentes da região ganharam destaque nos meios de comunicação. Um caso envolvendo uma menina de Estrela, que levou quase até as últimas consequências o jogo Baleia Azul e outro de duas garotas de Lajeado, que foram filmadas durante uma briga dentro da escola. Para entender estes fenômenos e ajudar pais, professores, educadores e a comunidade regional a lidar e principalmente identificar estas situações, a Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP) promove nesta semana, em Lajeado, a palestra “Sinais de alerta na adolescência: O comportamento como comunicação”.

O encontro ocorre nesta quinta-feira, dia 18, no Auditório da Sede da Unimed VTRP em Lajeado (Avenida Piraí, 155, Bairro São Cristóvão). A atividade terá início às 19 horas, é gratuita e aberta para toda a comunidade. A fala será conduzida pela psicóloga Daniela Graef e abordará situações práticas, de como perceber as mudanças de comportamento dos adolescentes, que em alguns casos, como o da Baleia Azul, podem ser extremamente perigosas.

Daniela faz parte da equipe do Programa Viver Bem na Escola, série de atividades que a Unimed VTRP realiza desde 2007 em educandários dos vales do Taquari, Rio Pardo e região do Jacuí com o propósito de promover os cuidados com a saúde dos adolescentes.

As vagas são limitadas. Para confirmar sua participação ou obter mais detalhes sobre o evento, entre em contato com a Gestão de Sustentabilidade da Unimed VTRP pelo telefone (51) 3714-7135 ou pelo e-mail sustentabilidade@unimedvtrp.com.br.

Baleia Azul
Surgido na Rússia, o “jogo” virtual Baleia Azul ganhou o noticiário do País em abril. O foco está nos adolescentes. Com aparência de brincadeira, a atividade tem início no Facebook e continua pelo Whatsapp dos jogadores. Os participantes recebem mensagens às 4h20 da madrugada, com tarefas que envolvem automutilação e até suicídio, que seria a última das 50 fases. Caso não cumpram as tarefas, os adolescentes recebem ameaças dos “curadores”, os criminosos que enviam as atividades.

Texto: Ascom Unimed VTRP