Arroio do Meio Geral

Arroio do Meio reforça importância do uso consciente da água

Em Situação de Emergência declarada em 10 de janeiro e homologada pelo Estado em 20 de março, considerando a estiagem que causa prejuízos bilionários no Rio Grande do Sul e afeta diretamente produtores rurais e demais serviços locais, o Município de Arroio do Meio, através da Administração Municipal, Defesa Civil, Corsan e Associações de Água do interior, solicitam encarecidamente a colaboração da comunidade para o uso consciente e racionado de água.

De acordo com o Coordenador da Defesa Civil, Paulo Heck, as previsões são de tempo seco e insignificante registro de chuva até o final do primeiro semestre. Heck relata a falta de água no Morro São José, onde o Município contratou de forma emergencial equipamentos para perfuração de novo poço, com previsão superior a 400 metros de profundidade, além da dificuldade de Linha 32, onde o poço que abastece a comunidade não atende mais a demanda, e a solução temporária está na parceria com um dos moradores, que cederá seu poço para conexão na rede da associação, como tentativa de suprir o abastecimento.
O Secretário da Agricultura, Eloir Lohmann, reforça os incontáveis prejuízos econômicos do setor primário e a falta de água para abastecimento e necessidades básicas em algumas comunidades. “Os rios e arroios já estão secos, as lavouras devastadas e sem perspectivas de melhorias para os próximos meses, com registro de falta de água para consumo humano e animal”, alerta.

O Gerente local da Corsan, Jaime Luiz Bersch, salienta a gravidade da situação. “É muito importante que todos façam o uso consciente da água, porque a situação é muito delicada e sem perspectivas de melhorias”, afirma Bersch. “NÃO é momento para lavar carros, calçadas, nem utilizar mangueiras. Precisamos EVITAR o uso de água em quantidades, regular válvulas de descarga, ficar atentos a vazamentos internos e torneiras e aproveitar ao máximo cada lavagem de roupa”, orienta. “São cuidados simples e fundamentais para evitarmos o racionamento de água para necessidades e uso básico”, alerta o gerente da Corsan.

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