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Aulas de Jiu Jitsu são oferecidas para adolescentes com autismo e Síndrome de Down

O Centro de Referência em Assistência Social (Cras) por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e apoio da Administração Municipal, está promovendo aulas de Jiu Jitsu com o professor Eduardo Friedrich para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Síndrome de Down, assim como para um grupo de adolescentes atendido pela rede de apoio.

A vice-prefeita Adriana Meneghini Lermen, secretário de Saúde, Gustavo Kasper, funcionária do Cras, Juliane Duarte e psicóloga Bruna dos Santos visitaram o projeto na última semana que está com suas aulas em andamento desde o mês de outubro. Conforme Bruna, as aulas têm o objetivo de realizar por meio do esporte, trocas de vivências; construção da identidade grupal e sentimento de pertencimento; responsabilidade em todos os âmbitos nos quais eles circulam; respeito para com o outro e cuidado. Também desenvolvem a concentração, equilíbrio emocional, raciocínio, autoconfiança e coordenação motora.

“O projeto de cunho social tem o intuito de prevenir situações de risco do público alvo, uma vez que, participam do encontro no contra turno escolar. Da mesma forma visa a melhoria da qualidade de vida, a reinserção social e escolar principalmente neste momento de pandemia, onde as aulas iniciaram de forma remota”, destaca Bruna.

Para participar, as crianças e adolescentes com Transtorno do espectro autista (TEA) e Síndrome de Down precisam realizar um cadastro no Cras, mediante agendamento e portando documentos, foto 3×4, laudo médico/psiquiátrico com o CID e um comprovante de residência. Os adolescentes que participam do grupo de Jiu Jitsu precisam estar vinculados ao Cras através do cadastro único, em situação de vulnerabilidade social e sendo acompanhados pela equipe técnica.

Foto: Daiane Laís Kalsing

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