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“Me sinto feliz no que faço”

Profissão herdada pelos pais. É assim que a suinocultura entrou na vida de Zelaine Stein, de 31 anos, moradora de Pinherinho do Vale. Ela, que cresceu ajudando a família, destaca que sempre gostou da atividade suinícola e que contou com o apoio deles para continuar atuando no setor.

Já são 12 anos com granja própria, onde Zelaine trabalha com o marido, Evandro Casarolli, e dois funcionários em uma produção de leitões. Apesar da rotina ser difícil e demandar bastante atenção e dedicação, ela evidencia o gosto pela profissão. “Sempre me dediquei muito, me sinto feliz no que faço”, afirma a suinicultora, que é integrada à Suinocultura Gobbi.

O trabalho na granja é diário, começa de manhã cedo e se estende até a tarde. A rotina é dividida com outras tarefas demandadas pela propriedade como cuidar de algumas cabeças de gado e do milho para a produção de silagem.

Além disso, ainda existem os cuidados com a casa e a família. Zelaine, que é mãe de dois meninos, um de 3 e outro de 8 anos, relata que faz o que é possível para dar conta de todas as tarefas. “Não é muito fácil, atendo a casa nas horas de menos serviço na granja. Vou fazendo conforme consigo”, complementa.

Associada à Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS, Zelaine destaca, entre as inúmeras vantagens em se fazer parte da entidade, a qualidade do sêmen produzido pela Central de Produção de Sêmen (CPS). “No nosso caso, temos um sêmen de ótima qualidade para as matrizes”, finaliza.

 

Ascom Acsurs